29 de jun. de 2012

Hoje

Fiz um brinde, que se concretize.

24 de jun. de 2012

Verdade

Uma vez li: se partires não me abraces.

É verdade, mas tão verdade que dói bem cá dentro quando me lembro de pessoas que me abraçaram mas que partiram.

Dos que não quiseram mais continuar um abraço.

Dos que simplesmente se fartaram.

Somos adultos, e responsáveis pelas escolhas que fazemos. Nada a dizer, apenas que lamento quem escolhe nunca mais me abraçar.

23 de jun. de 2012

Sentimentos

Não é por dizer que te adoro que não te amo. Só que quando se diz que se ama alguém chegamos ao expoente máximo da expressão de sentimentos.

Depois disso, depois de dizer a alguém Amo-te não há mais nada que possa ser dito. Não me lembro de mais nenhuma palavra que supere o amo-te.

Podemos e devemos mostrar sempre que amamos, há várias formas de o fazer e um dos desafios é mesmo esse, conseguir mostrar a alguém todos os dias, a todas as horas, minutos, segundos que amamos essa pessoa.

É o mesmo que beijar quem amamos na face e não na boca. Não é por beijarmos a pessoa na face que gostamos menos dela.

Portanto quando disser que te adoro não é porque gosto menos de ti, é para poder a seguir dizer que te amo.
Quando disser que te adoro, nunca te esqueças que te Amo.

11 de jun. de 2012

Shiuuuuu

Por norma sou um gajo negativo e por isso quando algo de bom surge na minha vida fico sempre muito de pé atrás. E se não me custa nada desabafar quando estou na "merda", seja porque acho que não tenho mais nada a perder, seja porque estou tão mal que as coisas não podem piorar, quando as coisas me correm bem tenho dificuldade e acima de tudo medo em dizer algo relativo à coisa boa que me está a acontecer.

Esse medo impede-me de poder manifestar ao máximo todos os sentimentos bons que sinto dentro de mim e por isso fecho-os bem, ficam cá dentro, crio uma espécie de cofre ao qual só eu tenho acesso, tento ao máximo deixar esse cofre bem fechado.

E porquê?
Porque se antes sentia que não tinha nada a perder, se antes os dias eram apenas dias, se o céu estava sempre escuro, se não me lembrava de como sorrir, se antes tudo era triste, se antes todos os dias eram dias de tempestade, agora não.

Agora já consigo sorrir, já vejo o sol a brilhar, os dias são passeios felizes nos quais me perco no meio de tantas coisas boas, agora a tristeza foi escorraçada, e por isso tenho medo de falar, porque agora há algo que me pode ser tirado, agora o meu mundo pode ruir, agora estou agarrado a algo maravilhoso que não quero e não posso perder e agora tenho medo de falar porque acho que se não falar, o universo não vai ver a minha felicidade e vai-se esquecer que eu existo e vai deixar-me em paz e se eu não falar as hipóteses de perder isto ficam muito mais reduzidas.

Portanto eu não vou falar, vou guardar isto só para mim, vou ser egoísta. Porque quero isso, assim durante muito tempo, sem paragens, sem medos, sem pressões...Resumindo...estou feliz e acreditem para mim isso é mais que suficiente. E mais não digo.

7 de jun. de 2012

Fica bem

Ele já não nos pertence. Não vale a pena insistir. Para quê remoer, continuar a sofrer? Não faz sentido. E por isso me despeço de ti. Digo-te Adeus, vai em paz, promete que não me incomodas mais e eu prometo que não te chamo mais vez nenhuma. Sem rancores, sem mágoa, sem merdas mesmo. Já somos eu e tu homens feitos, portanto já temos a obrigação de lidar com isto como tal. Vá fica bem, e até sempre.

3 de jun. de 2012

1 de jun. de 2012

Falou-se

- bem vinda.
- igualmente.

31 de mai. de 2012

Verdade

Às vezes temos de nos libertarmos de nós próprios, para podermos seguir em frente.

30 de mai. de 2012

Falou-se

- às cavalitas um de cada vez. temos tempo.

Falou-se

- eu não te vou salvar.
- nem eu a ti.

26 de mai. de 2012

Reasonable doubt

Good things come to those who wait...so have i waited long enough?

25 de mai. de 2012

Fazendo as contas

assim por alto já são pelo menos 4 anos.

21 de mai. de 2012

Positivo

Sejam positivos, trás sempre qualquer coisa de bom à vossa vida. Já sabem que o as coisas boas são atraídas por coisas boas, vá não desistam. Podemos até chamar-lhe o efeito bola de neve. Já imaginaram, a neve branquinha que depois se vai acumulando num monte de coisas boas, tão lindas, como uma manhã de primavera bem fresca, em que as flores estão a abrir, os passarinhos estão a cantar. Tão bom pensar em coisas boas, e depois lá vêm elas as coisas boas, umas a seguir às outras aí...tão bom. Mas temos de ter cuidado, porque senão é tanta, mas tanta, mas tanta coisa boa que não temos mãos a medir. Bom, se isso acontecer, armamo-nos em pai natal e começamos a distribuir as coisas boas (porque são tantas) pelos nossos amigos, familiares, sem abrigo e assim, além de termos coisas boas para nós, ainda conseguimos iluminar o dia de alguém como se fossemos um raio de sol a rasgar por umas nuvens negras e que depois incide na vida dessa pessoa, tornando-a um pouco menos cinzenta. É uma sensação tão boa, poder distribuir o positivismo assim, é mesmo contagiante, assim torna-se complicado andarmos de mal com a vida. Porque já descobrimos o segredo da vida, somos os maiores agora. Se somos positivos nada nos afeta, podem cair pedras, descer a maior das tormentas sobre a nossa pessoa, podem morrer pessoas, podemos perder tudo...mas calma! Isso não nos acontece, então se uma pessoa é positiva nada disso acontece. Antes pelo contrário, as boas notícias vão-se acumulando umas a seguir às outras como um amontoado de revistas num qualquer WC prontas para servirem de leitura enquanto cagamos, somos tão felizes que já nem nos lembramos da última coisa de errado que ocorreu na nossa vida isto tudo porquê? Porque o positivismo é o que nos salva. Parvalhões aqueles que se queixam do azar que têm na vida, são mesmo ridículos...se soubessem as coisas que se podem fazer só por sermos positivos, coitados nunca vão encontrar o segredo da vida, nunca vão sentir o que é o acumular de coisas boas na vida, nunca vão poder fazer o dia de alguém mais iluminado, uma cambada de parvos é o que são. Porque no positivismo é que está o ganho.

Mentira.

18 de mai. de 2012

Olhos nos olhos

Há dias em que não te consigo olhar nos olhos, são aqueles dias em que tenho vergonha de mim, do que não sou. São estes dias em que não consigo perceber como consegues ainda olhar para mim, com esse teu olhar doce e quente como uma noite de verão. Um olhar que vem mesmo de dentro da tua alma, da mais ínfima célula do teu corpo, que vem saindo de dentro de ti, juntando tudo, o amor, o carinho, o brilho, mesmo tudo e depois com esses dois olhos fulminas-me de uma forma que só alguns seres humanos conseguem. Não mereço esse olhar, merecias mais muito mais sabes? Um olhar desses devia de ser reservado para pessoas especiais, para pessoas que fizeram, fazem ou vão fazer a diferença neste mundo e por muito que te custe e não queiras ver a verdade é que não sou uma dessas pessoas. Lamento...mas não sou. Tu acima de todos, merecias alguém muito mas muito melhor, alguém que conseguisse não sobrecarregar-te, alguém que te conseguisse dar ainda mais valor, alguém que estivesse sempre mas sempre junto a ti, alguém que não te desse as preocupações que eu te tenho dado ao longo destes últimos anos...ao mesmo tempo sai também de dentro de ti, um olhar desesperado, como de quem quer fazer tudo mas não consegue fazer mais, se pudesses, aí se pudesses. Revolvias este mundo e o outro, levantavas terras, abrias os céus, movias montanhas, separavas águas. Mas infelizmente não podes e isso corrói-te por dentro, as tuas entranhas revolvem-se e movimentos contínuos sempre que percebes que mais não podes fazer, que o que é humanamente possível de fazer e realizar já foi feito e por isso é que olhas para mim também com um olhar de desespero crescente "Eu já fiz tudo o que podia, eu quero fazer mais, mas não sei como!!"...eu sei. E é por saber e, por não ser quem mereces que me sinto agoniado e revoltado sempre que te vejo com os teus olhos a incidirem em mim, quase a lacrimejar. Umas vezes de alegria por me veres, outras vezes de tristeza por não conseguires fazer mais, mas consigo sempre, sempre ler-te e ver-te. Lembro-me da vezes que te peço desculpa mas em silêncio, também com as lágrimas a encherem-me a cara, a distorcerem-me o rosto, com os meus lábios trémulos...mas isso eu não quero que vejas. Já sou tanta coisa que não mereces que seja, não quero também que me vejas como o fraco que sou. Depois de tudo o que passaste, das tristezas, das mortes, da solidão, das mentiras, das traições, dos desapontamentos e ainda tinhas de estar guardada para isto...tu não mereces. E por isso, e mais uma vez em silêncio e também mais uma vez sem conseguir olhar-te olhos nos olhos, peço desculpa. Dizem que as mães nutrem pelos seus filhos um amor incondicional, uma ligação que não tem explicação, algo de tão único, de tão maravilhoso, um amor que ultrapassa toda a lógica, toda a racionalidade, todas as barreiras...ao olhar para ti e quando te consigo olhar nos olhos eu consigo ver isso.

16 de mai. de 2012

Lições de vida

Chegará o dia em que seremos quase como dois estranhos que conhecem na perfeição os segredos e desejos de cada um.